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terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

O Carnaval é tão...

O carnaval é uma festa tão absurda que precisa de reforço policial.

É tão sem sentido que as pessoas precisam "tomar cuidado".

É tão triste que as pessoas precisam se embriagar para ficarem alegres.

É tão irresponsável, que em muitos casos, depois de nove meses
veremos o resultado.

É tão pobre, que as pessoas gastam o que não tem em um ano de tanta recessão.

É tão ignorante, que deixamos de investir em educação para burramente celebrá-la.

Tão escura, que no final todas as cores terminam numa quarta-feira de cinzas.

Tão homicida, que termina com o dom da vida na estúpida inconsequência de alguns.

Fujam para os montes da presença de Deus!

Festa que é Festa, tem que ter Luz!
André Luiz

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Os Gays, a Igreja e os "amigos" da Escola

  Na Igreja aprendi a amar as pessoas. Na "escola" aprendi a debochar dos gordos, dos nordestinos, dos negros e dos gays. Na Igreja aprendi que ninguém é melhor do que ninguém para Deus. Dentre os amigos da escola, menino que andasse com meninas sofria o que hoje a gente chama de bulling. Na Igreja, se alguém se envolvesse em brigas na escola, era punido por exemplo, não podendo tocar seu instrumento (já me aconteceu) nas canções entoadas nas reuniões.
  Chamam a Igreja de retrógrada, antiquada, quadrada, respondo apenas com uma pergunta: "Quando é que amar estará fora de moda"?
   Quem sou eu para "defender" a Igreja de Jesus, entretanto fico pensando: "Quem é o mundo para acusar a  Igreja de preconceito"? Sou da Igreja desde criança e sempre esbarrei no preconceito dos "amigos" da escola, será que discriminar a Fé das pessoas nunca ficará ultrapassado?
   Quando digo que sou da Igreja, não confunda com denominação, minha fé vai muito além do prédio. Quando falo dos "amigos" escola quero apenas ilustrar o que acontece fora do ambiente da Fé. Longe de mim ser preconceituoso com gays. Já basta o preconceito que eu sofro por estar acima do peso, ser filho de nobres e honrados nordestinos, ser pastor e ser pobre.
   Quando a hipocrisia do mundo morrer, talvez nasça uma geração que reconheça quem foi e quem é Jesus, uma geração que compreenda o que o Mestre ensinou. Meu discurso nunca será o de um grupo em detrimento de outro. Um dia ainda vamos entender que só existe uma classe: a dos seres humanos.

  Provem o contrário
  Ele morreu por amor!
  André Luiz 

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Vocação e Pós-Modernidade

  Ter uma máquina fotográfica não faz de ninguém um fotógrafo. Saber fazer um cartaz no computador dizendo: "Não fume", não faz de ninguém um webdesigner. Gravar um CD não faz de ninguém músico.
  As pessoas aprenderam a "copiar" e "colar" e acham que são "pensadores". Criaram o "google" o "wikipedia", excelentes ferramentas, que não fazem nenhum de nós, criadores.
  Talvez fôssemos mais criativos enquanto escrevíamos "cartinhas" para namorada. Quando a natureza, obra do Criador, era nossa inspiração, quando o homem, era nosso semelhante e não um "rival" concorrente. Talvez tudo rápido, quando nossos carros não ultrapassavam a 100km por hora, assim tínhamos "tempo" para contemplar a paisagem.
   A foto era uma surpresa a ser "revelada". Hoje quase que de qualquer jeito conseguimos tirar uma foto, até do telefone. Entretanto, já nos falta metade da criatividade que tínhamos para extrair fotos incríveis de momentos inesquecíveis.
  A modernidade distraiu-nos e nós não percebemos. Antes pensávamos mais na nossa vocação. Acho que estamos "perdidos".
 
Prossigo para o alvo, pelo prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.
Filipenses 3:14
 
Porque somos feitura sua, criados em Cristo Jesus para as boas obras, as quais Deus preparou para que andássemos nelas.
Efésios 2:10
 
 Tirei uma foto com o Júnior do Flamengo,
 A foto queimou! Bons tempos!
 André Luiz 

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

James Joyce X Paulo Coelho

  Os mais "intelectuais" por vezes me frustram! Parece-me que a coisa mais ignorante que existe é não darmos o direito às pessoas de expressarem suas opiniões. Paulo Coelho não é "santo" mas tem direito de tecer os comentários que achar que deve fazer, sem precisar ser ofendido por isso.
   Acho que a maior parte das pessoas que estão a zombar da crítica que ele fez ao Ulysses do James Joyce, nem nunca leram o livro, ou não tem sequer uma opinião formada sobre o assunto. Só posso pensar assim, uma vez que não vi ninguém refutá-lo com argumentos. O ser humano é assim, produto nacional não presta. Tudo o que os estrangeiros escreveram deve ser cultuado, está acima do bem e do mal. Seria bom que o povo opinasse, criticasse e não se rendesse aos medalhões da literatura.
  O que ninguém percebeu é que não dá para comparar James Joyce com Paulo coelho, seria como comparar "bananas" com "maças". Paulo Coelho nunca será James Joyce, entretanto, talvez não esteja nem aí para isso, contanto que continue a vender o que vende, não acredito que "perca o sono" por causa de "Ulysses".
  É que fica bonito dar pauladas no coelho, soa intelectual sair dizendo que tudo não presta. Escrevam melhor, digam coisas novas, nem que sejam as mesmas coisas ditas de maneira diferente. Ousem dizer que não gostam do que não gostam, sejam capazes de propor algo interessante, cumpram uma jornada e depois digam o que pensam. Sejam intelectuais criativos, não façam o óbvio, não escolham alvos fáceis, amem a diversidade, falem do Paulo Coelho, falem do James Joyce, mas antes, falem alguma coisa por vocês mesmos, algo que promova o que vocês produziram e não o que os outros fizeram.

Ninguém questione a genialidade do James Joyce e nem a sua importância para a literatura do século XX, mas ninguém é obrigado a achar bom quem quer que seja. E outra, ninguém precisa ofender ninguém por causa disso.  

Discutam idéias, mas não ofendam pessoas.

 Leiam o "Ulysses"
 Lotem as redes sociais sobre o que acharam
 Andre Luiz